Filosofia e Valores Fundamentais

A internet está inundada de falsidades sobre a forma como as agências de recrutamento internacional desenvolvem o seu negócio. Em lado algum é possível encontrar a VERDADE sobre como a actividade é desenvolvida na REALIDADE.

Os websites glamorosos e enganosos de virtualmente todas as empresas localizadas no Médio Oriente e na Ásia que se dedicam a actividade de recrutamento internacional são utilizados como cortina de fumo que pintam uma imagem muito traiçoeira e incompleta sobre a gigantesca indústria de recrutamento e colocação/ fornecimento de mão de obra de países terceiros.

A grande maioria destes “negócios” e pessoas que colaboram ou desempenham um papel activo na procura de emprego e colocação para trabalhadores pouco qualificados em países integrados na UE, Canadá; Austrália, EUA, Nova Zelândia, etc., prefere trabalhar silenciosa e secretamente, nos bastidores, tudo fazendo para evitar exposição e sujeição ao escrutínio público. Dessa forma, o trabalho “sujo” passa despercebido.

 

Estes actores aliam-se a empregadores de uma número restrito de sectores de actividade económica considerados afectados por escassez de mão de obra para fabricar oportunidades de introduzir, pela porta do cavalo, trabalhadores asiáticos desesperadamente à procura de uma forma de escapar a pobreza nos seus países de origem.

Se o pedido de visto for bem sucedido, todos têm direito a uma fatia do grande bolo (montante pago pelo trabalhador) – incluindo, frequentemente, o próprio empregador no próprio país de destino. È um exemplo clássico da economia oculta, paralela, negra ou não observada – como queiram – em pleno funcionamento. Enormes quantias de capital circulam de mão em mão sem que um único cêntimo é declarado – o auge da fraude e evasão fiscal. Em Portugal e também no Canadá, (realidades que muito bem conhecemos) estes esquemas são demasiado comuns.

Um aspecto deve ser referido em alto e bom som – nenhum trabalhador asiático com baixa qualificação ou sem qualificação entra “de borla” num país da zona Schengen, Canadá, Austrália, EUA; Nova Zelândia e vários outros. Todos que aspiram obter um visto de trabalho têm, inevitavelmente, que pagar um “honorários” – montantes esses que podem variar significativamente de país para país, e mesmo de agência para agência dentro do mesmo país – em função da taxa de sucesso e das ligações privilegiados que possuem com quem está no Poder. Os níveis de corrupção e suborno na maioria dos países asiáticos fazem com que os países mais corruptos da Europa pareçam meninos de altar – verdadeiros santos.

o nosso objectivo é prestar um serviço que excede expectativas – de promover a felicidade e contribuir para um mundo melhor

A questão que a Global Workers coloca a si mesmo é porque é que estas agências de recrutamento (“manpower agencies”) no Médio Oriente e Ásia, juntamente com as agências satélite, parceiros de peito, com presença nos países Schengen da EU, Canadá, Austrália, EUA, Nova Zelândia, etc., que têm perfeito e total conhecimento deste esquema e no qual são participantes activos, fazem um esforço tão grande para manter esta realidade fora do radar?

Se publicitam ofertas de emprego genuínas que visam satisfazer as necessidades de empregadores reais que se confrontam com uma verdadeira escassez de mão de obra, e propõem contratos de trabalho legítimos, actuam de boa fé, honram os seus compromissos, agem em conformidade com legislação nacional e internacional e, se for dito toda a verdade aos trabalhadores de países terceiros sobre o que lhes aguarda quando chegarem ao país destino e estes estiverem genuinamente interessados na oportunidade de emprego e no cumprimento do contrato, porquê encobrir, ocultar, escamotear a verdade sobre os honorários pagos pelos trabalhadores pelos serviços prestados? Será porque os honorários cobrados são escandalosamente altos e poderão ser considerados quasi-extorsão, exploração ou abuso de posição dominante? Será por tratar-se de uma burla?! Que estão estes artistas a tentar esconder?

De acordo com a nossa equipa de peritos legais, com as autoridades da EU com as quais temos estabelecido contacto, com base no nosso amplo conhecimento e experiência neste ramo de actividade, e ainda, de acordo com as regras do senso comum, solicitar honorários por serviços relacionados com imigração, pelo trabalho intenso e custos que implicam a preparação de um pedido de visto, os exames médicos, os pedidos de certificados, certidões e afins, a elaboração de cartas e pedidos de declarações, o preenchimento de um batalhão de impressos e fichas, a elaboração de currículos, sessões de orientação e preparação para entrevistas, pesquisa e aquisição de apólices de seguro, preparação de itinerários de voo e, à chegada, já no país destino, recolha no aeroporto, transporte, o esforço desenvolvido e horas investidas para encontrar e assegurar alojamento condigno, apoio e acompanhamento permanentes, auxílio na abertura de conta bancária, obtenção de NISS, assumir papel de representante fiscal e ajudar na obtenção do NIF, cartão de utente do SNS, preparação de toda a documentação, entrega, agendamento e acompanhamento à delegação do SEF para obtenção de Autorização de Residência e muito mais, é absolutamente lícito e não deve constituir surpresa para ninguém.

o nosso negócio é o de criar amizades – amizades duradouras!

Isto para não dizer nada acerca do enorme risco e elevado nível de responsabilidade associados a estes serviços de mediação. O recrutamento e colocação internacional tem TUDO que ver com pessoas. E, ao contrário de máquinas, instrumentos ou outros objectos, as pessoas pensam e repensam, examinam e reexaminam, avaliam e reavaliam, mudam de ideias e ludibriam, mentem e falham com a palavra e os compromissos assumidos com frequência.

A situação pode tornar-se extraordinariamente caótica e complicada e, como não podia deixar de ser, os problemas e conflitos surgem naturalmente e com regularidade – ainda mais verdade se torna quando culturas radicalmente distintas cruzam-se interagem e sobrepõem-se. E, quando se chega a este ponto e não é possível contornar o conflito, quem é chamado e a quem se exige encontrar ou mediar uma solução? Não é difícil de adivinhar – a agência de mediação de recrutamento e colocação responsável pelo acasalamento inicial do empregador e os trabalhadores estrangeiros. A Global Workers não foge à luta e jamais se demitirá das suas responsabilidades – morais e legais.

O tempo, acompanhamento, apoio, empenho, custo, investimento, know-how, risco, e extenuante esforço exigido na resolução de conflitos que surgem invariavelmente, têm um custo. Ninguém é obrigado a prestar serviços profissionais pro bono – a Global Workers não constitui, nem deve constituir, excepção.

Solicitar recompensa monetária para procurar ou providenciar trabalho (taxa de colocação) a um trabalhador doméstico ou estrangeiro é proibido em Portugal e na maioria dos países da UE, bem como, no Canadá, Austrália, EUA e Nova Zelândia (esta taxa de colocação é permitido, no entanto, em vários países do Médio Oriente e Ásia – dentro de determinados parâmetros).

Todavia, as faturas pelos serviços prestados apresentadas às agências de recrutamento e colocação no estrangeiro devidamente acreditadas* com as quais a Global Workers trabalha em parceria para, em conjunto, ser dado cumprimento ao serviço para o qual a Global Workers foi contratada pelo empregador, não estão, de forma alguma, associados à colocação ou facultação de emprego – são de âmbito e natureza totalmente distintos.

* Em momento, de forma ou circunstância alguma a Global Workers participa no recrutamento e selecção de trabalhadores estrangeiros asiáticos – além de não estarmos autorizados a actuar em jurisdição alheia, é nossa política não estabelecer contacto com o candidato a trabalho e a visto de trabalho antes da sua chegado ao país destino, momento a partir do qual entramos em acção. A Global Workers desenvolve o seu negócio em estreita colaboração com as agências que operam no estrangeiro e NÃO com os candidatos, aos quais não solicitamos ou aceitamos, em momento algum, antes ou depois da sua chegada ao país destino, um cêntimo que seja.

Código de conduta

Global Workers Lda. e os seus colaboradores desenvolvem as suas actividades em estreita obediência aos mais elevados ditames da ética, integridade e conduta profissional.