Que fazemos

Saiba em detalhe o que nós fazemos

A Global Workers presta serviços de mediação no recrutamento internacional e colocação de trabalhadores estrangeiros com baixos níveis de qualificação ou sem qualificação provenientes de países do Médio Oriente e da Ásia em nome e representação de empregadores que desenvolvem actividade em Portugal, Espanha, qualquer outro país da UE e também Canadá, que se vêm confrontados com uma verdadeira escassez de mão de obra e que operam nos sectores da agricultura e florestas, indústria transformadora, pesca, exploração mineira e indústrias pesadas.

agricultura e florestas

indústria transformadora

pesca

exploração mineira

indústrias pesadas

Presentemente, conseguimos providenciar trabalhadores de várias nacionalidades, nomeadamente, Indianos, Bangladechianos, Nepaleses, Paquistaneses, Filipinos, Tailandeses, Vietnamitas e Chineses.

o nosso objectivo é prestar um serviço que excede expectativas – de promover a felicidade e contribuir para um mundo melhor

A possibilidade de expandir os nossos serviços de mediação a outros países nos quais os empregadores integrados nos referidos sectores também se vêem confrontados com escassez de mão de obra depende do enquadramento jurídico prevalecente nesses países, na existência de parceiros honestos e de confiança, bem como, no nível de interesse e de cooperação demonstrados pelos próprios empregadores.

Etapa 1

Após uma pré-avaliação o empregador adjudica uma encomenda para um determinado número de trabalhadores estrangeiros e celebra um contrato para a prestação de serviços de mediação do recrutamento e colocação internacional com a Global Workers no qual os termos e condições são clara, completa e pormenorizadamente descritos. É esperado que o empregador cumpra os requisitos e faculte todos os documentos requeridos. Mais informação aqui

Etapa 2

Na maior parte dos países da UE e outros países desenvolvidos (se não mesmo todos) é exigido que o empregador ou o seu representante oficial desenvolva esforços para recrutar trabalhadores no mercado doméstico e demonstrar que esses esforços foram, de facto, realizados antes de poder avançar para o recrutamento internacional. A Global Workers trata deste processo em representação do empregador. Só depois desta etapa estar concluída é possível prosseguir para a etapa seguinte. Com base na nossa experiência, poderá ser possível preencher algumas vagas com trabalhadores residentes em Portugal, mas a significativa maioria ficará por preencher. Há um conjunto de actividades profissionais que a grande maioria dos cidadãos e residentes não põem sequer a hipótese de aceitar, independentemente do dinheiro que lhe for oferecido.

Etapa 3

É solicitado ao IEFP parecer favorável para a emissão das declarações para o recrutamento de trabalhadores estrangeiros oriundos de países terceiros (cada país tem o seu próprio sistema – estas declarações correspondem aos work permits emitidos noutros países). Sem esta declaração não é possível avançar com o recrutamento internacional.

Etapa 4
Apenas depois de conhecido o parecer do IEFP é que a Global Workers estabelece contacto com a(s) agência(s) de recrutamento internacional devidamente acreditada(s) e sedeada(s) no(s) país(es) de onde os trabalhadores serão recrutados de acordo com a(s) preferência(s) manifestada(s) pelo empregador. A Global Workers e os seus parceiros trabalham em estreita colaboração para assegurar que o processo complexo, altamente burocrático e minucioso de recrutar trabalhadores e tratar dos processos de pedidos de visto decorra da forma mais diligente possível e sejam bem sucedidos.

Etapa 5

Quando o empregador der luz verde, os trabalhadores estrangeiros aos quais tenham sido concedidos vistos de residência começam a partir para o país destino de uma forma ordeira e organizada – em conformidade com as necessidades e capacidade de acolhimento do empregador. A Global Workers assumirá o comando e a responsabilidade de todos os assuntos relacionados com a integração sócio-profissional: recolha à chegada no aeroporto, transporte para o local de alojamento, acompanhá-los aos locais onde poderão adquirir os bens de primeira necessidade, ajuda na compra de cartão SIM e aquisição de plano de comunicações, auxílio na abertura de conta bancária, apoio no pedido e recolha de todo o tipo de documentos, preenchimentos de fichas e formulário, pedido de NIF (na qual a Global Workers assume o papel de representante fiscal), apoio na obtenção do cartão de utente do SNS e, claro, todo o apoio necessário no agendamento junto do SEF para pedido de Autorização de Residência e acompanhamento no dia da marcação.

Etapa 6

A Global Workers proporcionará, de forma contínua e permanente, orientação e acompanhamento. Serão realizadas visitas regulares e manter-nos-emos em contacto com o empregador e os trabalhadores recrutados através na nossa mediação durante a vigência do contrato do trabalho para dar todo a informação e providenciar todo o apoio que sejam necessários. Também intervimos se surgirem problemas, conflitos ou tensão – a intervenção precoce pode evitar que um pequeno problema assuma proporções muito maiores. Estaremos sempre por perto para dar apoio e orientação ao empregador e trabalhadores estrangeiros – muito depois do contrato ter formalmente expirado.

Metodologia

Recrutar trabalhadores estrangeiros de países terceiros (países fora da UE como, por exemplo, Tailândia, Vietname, Filipinas, Índia, Nepal ou Bangladesh) é uma prática perfeitamente legal e uma excelente solução para as necessidades de recursos humanos – uma solução ao dispor de qualquer empregador em Portugal